Nome: VERA/Luz VerdadeiraIdade: 44 Cidade: Rio de Janeiro/RJ
Gosto: Quando vc vem me visitar...
Quem sou eu?
Uma mulher incomum...
A luz e o breu...
Exótica e vulgar.
Sim, isso é possível:
Sou oscilante...
Às vezes erro, em outras sou incrível...
Eterna inconstante...
Amo infinitamente...
Apaixono-me, enlouqueço...
De corpo, alma e mente...
Que até de mim eu esqueço.
Meus olhos são um poço infinito
de amor, encantamento, bondade...
Olhe-os por um minuto
e verás toda verdade.
Eu não sou perfeita
nem dona da verdade...
Mas sou dona de mim...
Dona das minhas vontades.
Só espalho minha essência no ar...
Meu amor, meus desejos...
Escrevo o que minha alma grita...
Goste quem gostar.
Eu sou alguém que você pode contar sempre.
Alguém que vai te fazer rir...
E também chorar...
Porque sou transparente...
Sou verdadeira...
Amiga, amante...
Guerreira.
Te darei a mão...
Colo...
Abraço...
Te darei meu coração.
Eu não sei amar pouco...
Ser pouco...
Dar pouco...
Ser mulher pouco.
Sou uma mulher que se conhece e se permite...
Alguém que ousa e arrisca...
Uma mulher que ri, chora, ama...
Alguém sem medo de ser feliz!
Odeio: Burrice...Prepotência...e Mau Humor...
Músicas: Quando eu fecho os olhos - Chico César
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Eu sou um coração quase novo. meio calejado... muito machucado... e que teima em alimentar sonhos e cultivar ilusões. "não quero dinheiro, eu quero amor sincero, é isso que eu espero...". briga... se expõe. "O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo,só errei quando coloquei sentimento. Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer e se recusa a envelhecer". surdo... e mudo... mas que incomoda um bocado. sem raça... sem pedigree.
Escrito por luzverdadeira às 20h34 [] [envie esta mensagem]
UMA SEMANA REPLETA DE SORRISOS... Escrito por luzverdadeira às 18h04 [] [envie esta mensagem]
Cada encontro nosso pertence ao reino do encantamento... mostra que a filosofia é uma linha melódica tão poderosa que produz em nós um acorde digo, ou melhor, repito - um acordo: o dos amantes do corpo expressivo que só oferecem, um ao outro, o amor!
LINDA SEMANA!!! Escrito por luzverdadeira às 19h12 [] [envie esta mensagem]
O coração pensa. Pensa sim... Quem pensa, pensa... quem reflete, mede conseqüências. conhece mil razões para se deixar levar pelo barco da situação... o coração, este, conhece milhares delas. Ele sente e pronto. Futuro? passado... desconhecido. Mesmo o presente é limitado... pois resume-se ao sentimento de amar e de querer. Coração vive de emoção... daquilo que é a razão mesmo do que o faz vibrar. Quando ele é o guia... perdemos todo o controle do que somos... do que pensamos... do que queremos. Só uma água é capaz de matar essa sede: o prazer de ver-se no ser amado... de sentir-se no ser amado... de viver e morrer pelo ser amado. e tantas desculpas... e tantas absolvições.
Escrito por luzverdadeira às 19h03 [] [envie esta mensagem]
Uma Gata em casa...sozinha... Sobe à janela para que,da rua,a vejam... O sol bate nos vidros e aquece a Gata que,imóvel,parece um objeto... Fica assim para que a invejem... Indiferente mesmo que a chamem... Por não sei que privilégio as gatas conhecem a eternidade... Momentos de eterna felicidade... Sol...Paz...e Serenidade!
Abra as janelas para um novo tempo e orgulhe-se sempre da sua história!
Escrito por luzverdadeira às 21h08 [] [envie esta mensagem]
O grande amor nada tem a ver com grandes momentos ou coisas extraordinárias vividas juntos. Nada tem a ver com loucas paixões que queimam e viram cinza algum tempo depois. O "não sei viver sem você" não conhece nada do grande amor, porque as pessoas sempre sobrevivem às decepções amorosas e serão capazes de se entregar ainda e ainda ao fogo do amor, se ele chega. Quem fica esperando o grande amor e acha que o encontrou cada vez que consegue dizer "te amo" a outra pessoa e que pensa que aquilo vai durar para o resto da vida, acaba se decepcionando. Porque amores vêm e vão. Amores chegam, enfeitam a vida por algum tempo, dão a idéia de infinito, de irreal, de coisa única e depois desaparecem lentamente, como miragem quando se chega muito perto. Percebemos assim que as juras de amor eterno não conhecem nada de eternidade. O grande amor não é aquele por quem se quer morrer por ele. Romeu e Julieta eram jovens demais e eternizaram a idéia de que para se ter um grande amor é necessário saber morrer por ele. O grande amor, só se sabe que era ele depois. Depois de todos os amores que invadiram e fugiram, dos que enlouqueceram e dos que trouxeram a razão. O grande amor, só se reconhece olhando pra trás, nunca pra frente. É aquele quando, se olhando pra trás e se somando todos os amores vividos, sabe-se reconhecer qual deles era a verdadeira essência, o que não ficou destruído mesmo depois que todos os sonhos se foram. O grande amor é aquele que fica quando, anos depois, mesmo se conhecendo o outro de cór, sabendo adivinhar os pensamentos e mínimos gestos, mesmo não havendo mais mistérios, ainda se é capaz de olhar nos olhos do outro e dizer com serenidade: - Eu te amo!
UM FINAL DE SEMANA DE MUITO AMOR!!!
Escrito por luzverdadeira às 16h31 [] [envie esta mensagem]
Escrito por luzverdadeira às 12h41 [] [envie esta mensagem]
Sua beleza é arisca, arredia aos modismos. Ela encanta por um não-sei-quê indefinível... mas que também agride o olhar. É um tipo raro e não tem habitat definido. E não deixou o endereço. É ela, a mulher selvagem. Em quase tudo ela é uma mulher comum: pega metrô lotado, aproveita as promoções, bota o lixo para fora e tem dia que desiste de sair porque se acha um trapo. Porém em tudo que faz exala um frescor de liberdade. E também dá arrepios: você tem a impressão que viu uma loba na espreita. Você se assusta, olha de novo... e quem está ali é a mulher doce e simpática, ajeitando dengosa o cabelo, quase uma menininha. Mas por um segundo você viu a loba, viu sim. É a mulher selvagem. A sociedade tenta mas não pode domesticá-la, ela se esquiva das regras. Quando você pensa que capturou, escapole feito água entre os dedos. Quando pensa que finalmente a conhece, ela surpreende outra vez. Tem a alma livre e só se submete quando quer. Por isso escolhe seus parceiros entre os que cultuam a liberdade. E como os reconhece? Como toda loba, pelo cheiro, por isso é bom não abusar de perfumes. Seu movimento tem graça, o olhar destila uma sensualidade natural - mas, cuidado, não vá passando a mão. Ela é um bicho, não esqueça. Gosta de afago mas também arranha. Repare que há sempre uma mecha teimosa de cabelo: é o espírito selvagem que sopra em sua alma a refrescante sensação de estar unida à Terra. É daí que vem sua beleza e força. E sua sabedoria instintiva. Sim, ela é sábia pois está em harmonia com os ritmos da Natureza. Por isso conhece a si mesma, sabe dos seus ciclos de crescimento e não sabota a própria felicidade. Como todo bicho ela respeita seu corpo mas nem sempre resiste às guloseimas. E há dias paquera aquele pretinho básico da vitrine. E adora dançar em noite de lua. Ah, então é uma bruxa... Talvez, ela não liga para rótulos. Sabe que a imensidão do ser não cabe nas definições. Mulheres gostam de fazer mistério. Ela não, ela é o mistério. Por uma razão simples: a mulher selvagem sabe que a vida é uma coisa assombrosa e perfeita, e viver o mais sagrado dos rituais. Ela sente as estações e se movimenta de acordo com os ventos, rindo da chuva e chorando com os rios que morrem. Coleciona pedrinhas, fala com plantas e de uma hora para outra quer ficar só, não insista. Não, ela não é uma esotérica deslumbrada mas vive se deslumbrando: com as heroínas dos filmes, aquela livraria nova, o CD do fulano... Ela se apaixona, sonha acordada e tem insônia por amor. As injustiças do mundo a angustiam mas ela respira fundo e renova sua fé na humanidade. Luta todos os dias por seus sonhos, adormece em meio a perguntas sem respostas e desperta com o sussurro das manhãs em seu ouvido, mais um dia perfeito para celebrar o imenso mistério de estar vivo. Ela equilibra em si cultura e natureza, movendo-se bela e poética entre os dois extremos da humana condição. Ela é rara, sim, mas não é uma aberração, um desvio evolutivo. Pelo contrário: ela é a mais arquetípica e genuína expressão da feminilidade, a eterna celebração do sagrado feminino. Ela está aí nas ruas, todos os dias. A mulher selvagem ainda sobrevive em todas as mulheres mas a maioria tem medo e a mantém enjaulada. Ela é o que todas as mulheres são, sempre foram, mas a grande maioria esqueceu. Felizmente algumas lembraram. Foram incompreendidas, sim, mas lamberam suas feridas e encontraram o caminho de volta à sua própria natureza. Esta crônica é uma homenagem a ela, a mulher selvagem, o tipo que fascina os homens que não têm medo do feminino. Eles ficam um pouco nervosos, é verdade, quando de repente se vêem frente a frente com um espécime desses. Por isso é que às vezes sobem correndo na primeira árvore. Mas é normal. Depois eles descem, se aproximam desconfiados, trocam os cheiros e aí... Bem, aí a Natureza sabe o que faz. - RICARDO KELMER
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Escrito por luzverdadeira às 21h25 [] [envie esta mensagem]
LINDOS DIAS!!! Escrito por luzverdadeira às 15h11 [] [envie esta mensagem]
Eu sou saudade... Essa saudade que a ausência inevitável da morte traz... A gente supera tudo,mas a saudade existe...sempre... E se aflora,transparece em alguns momentos,em algumas datas... Mas,ouvindo uma música,descobri na sua letra a real emoção que eu pretendia transmitir... Se Puder Sem Medo (Oswaldo Montenegro) Para ouvir a música: http://www.youtube.com/watch?v=ieUrOx7xXzo
Escrito por luzverdadeira às 13h22 [] [envie esta mensagem] |